Segundo o Ministério de Saúde, as vítimas foram contabilizadas em vários hospitais da região. Alguns dos feridos sofreram cortes e feridas de bala no abdômen e peito, além de fraturas diversas. A violência no Cairo na noite de terça-feira foi o pior confronto sectário desde que o ditador Hosni Mubarak derrubado do poder em 11 de fevereiro por uma revolta massiva, marcada pela solidariedade entre cristãos e muçulmanos. A violência eclodiu em meio a um protesto realizado por cristãos contra um incêndio provocado em uma igreja em Helwan, ao sul do Cairo. Segundo o ministério, os confrontos ocorreram na ponte de Dauiqa, em frente à zona onde moram catadores de lixo, depois que se espalhou o rumor de que uma mesquita estava sendo queimada na capital. O dirigente de uma associação de cristãos coptas egípcios, Najib Gibrail, diz que os cristãos bloquearam uma estrada de Moqqatam como parte da manifestação pacífica. Grupos de muçulmanos procedentes de um bairro do outro lado da estrada chegaram ao local para tentar desbloqueá-la. Segundo Gibrail, várias casas foram incendiadas em Moqqatam e um padre afirmou à agência de notícias France Presse que os cristãos foram mortos a tiros. Protestos Nesta quarta-feira (09), centenas de cristãos voltaram às ruas do Cairo para protestar novamente pelos confrontos sectários ocorridos na capital. O conflito representa outro desafio para os líderes militares, que assumiram o poder após a saída de Mubarak e estabeleceram como principal prioridade a retomada da lei e da ordem. Os cristãos representam cerca de 10% da população do Egito, um país majoritariamente composto por muçulmanos. Confrontos entre cristãos e muçulmanos ocorrem com certa frequência no país, por motivos pessoais ou divergências religiosas. Nesta terça-feira, o grupo político Irmandade Muçulmana rejeitou tais conflitos religiosos e acusou remanescentes do regime de Mubarak de provocar esses incidentes.
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Am Ysrael,Chai. Od Avinu, Od Avinu Chai. "Povo de Israel vive. Nosso Pai Vive. Para todos que esperam a volta do Mashiach!
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sexta-feira, 11 de março de 2011
Confrontos sectários causam mortes no Egito
sábado, 29 de maio de 2010
Brasileiros muçulmanos já chegam a um milhão
Mesquita do Brás, em São Paulo
BRASIL (*) - Faz parte do imaginário popular a ideia de que o povo brasileiro é aberto, acolhedor, livre de preconceitos. Com uma Constituição forte e moderna, pode-se afirmar que no Brasil todos possuem os mesmos direitos e oportunidades, sem distinção de raça, credo ou sexo.
De fato, não há restrições legais para a prática das mais diversas religiões e o preconceito racial, por exemplo, há tempos é punido com rigor.
No entanto, há uma forma sutil de preconceito ou de animosidade que só é perceptível a quem faz parte de determinado grupo e que, na maioria das vezes, não chega a configurar uma violação das leis do país. Em algumas cidades, sobretudo do interior, protestantes e católicos vivem às turras; o mesmo acontece entre cristãos (católicos e protestantes) e espíritas em determinadas localidades e, nesse caso, a rixa é tão grande que não é raro que os envolvidos acabem na delegacia de polícia.
Uma prova para a paz
Pois a tradicional hospitalidade brasileira está para ser posta à prova mais uma vez. Vários veículos de comunicação vêm apontando o avanço do islamismo no Brasil. Em reportagem recente, o jornal francês Le Figaro publicou uma extensa matéria sobre o aumento do número de muçulmanos nas periferias dos grandes centros brasileiros. No ano passado, a revista Época relatou o mesmo fenômeno, mostrando como a religião muçulmana tem feito adeptos, sobretudo junto às comunidades mais pobres, que veem na mensagem islâmica de igualdade racial e justiça uma forma legítima de combater o racismo e a violência policial a que são submetidas com frequência.
Embora não seja possível precisar o número de muçulmanos no Brasil, estima-se que eles já sejam um milhão de fiéis. Conforme indicam os estudos, esse número só tende a crescer e a pergunta que fica é: como será a convivência entre os brasileiros de várias religiões e os brasileiros muçulmanos?
Terroristas de uma hora para outra?
Em países de maioria muçulmana, os adeptos de outras religiões, sobretudo os cristãos, enfrentam muitas dificuldades para professar sua fé com liberdade. No Brasil, qualquer pessoa tem o direito de optar pela religião que quiser, tem o direito de mudar de religião, tem o direito de frequentar o templo que bem entender, tem o direito até de não crer. E isso não é só no papel, já faz parte da cultura do brasileiro.
Mas, é interessante imaginar como seria a convivência entre os grupos, por exemplo, de cristãos pentecostais, tradicionais ou mesmo católicos com os convertidos ao islamismo... Quanto do preconceito enraizado no imaginário coletivo viria à tona e faria com que vizinhos ou colegas de faculdade passassem a ser vistos como terroristas, pelo fato de terem se tornado muçulmanos?
Os brasileiros em geral e os cristãos em particular devem estar preparados para essa nova realidade que se anuncia. Que aqueles que conhecem a salvação em Cristo jamais se desviem do seu chamado original de pregar o evangelho a toda criatura e que haja em cada um o desejo da paz. Afinal, os pacificadores serão chamados filhos de Deus (Mt 5.9).
Cristina Ignácio
Missão Portas Abertas
BRASIL (*) - Faz parte do imaginário popular a ideia de que o povo brasileiro é aberto, acolhedor, livre de preconceitos. Com uma Constituição forte e moderna, pode-se afirmar que no Brasil todos possuem os mesmos direitos e oportunidades, sem distinção de raça, credo ou sexo.
De fato, não há restrições legais para a prática das mais diversas religiões e o preconceito racial, por exemplo, há tempos é punido com rigor.
No entanto, há uma forma sutil de preconceito ou de animosidade que só é perceptível a quem faz parte de determinado grupo e que, na maioria das vezes, não chega a configurar uma violação das leis do país. Em algumas cidades, sobretudo do interior, protestantes e católicos vivem às turras; o mesmo acontece entre cristãos (católicos e protestantes) e espíritas em determinadas localidades e, nesse caso, a rixa é tão grande que não é raro que os envolvidos acabem na delegacia de polícia.
Uma prova para a paz
Pois a tradicional hospitalidade brasileira está para ser posta à prova mais uma vez. Vários veículos de comunicação vêm apontando o avanço do islamismo no Brasil. Em reportagem recente, o jornal francês Le Figaro publicou uma extensa matéria sobre o aumento do número de muçulmanos nas periferias dos grandes centros brasileiros. No ano passado, a revista Época relatou o mesmo fenômeno, mostrando como a religião muçulmana tem feito adeptos, sobretudo junto às comunidades mais pobres, que veem na mensagem islâmica de igualdade racial e justiça uma forma legítima de combater o racismo e a violência policial a que são submetidas com frequência.
Embora não seja possível precisar o número de muçulmanos no Brasil, estima-se que eles já sejam um milhão de fiéis. Conforme indicam os estudos, esse número só tende a crescer e a pergunta que fica é: como será a convivência entre os brasileiros de várias religiões e os brasileiros muçulmanos?
Terroristas de uma hora para outra?
Em países de maioria muçulmana, os adeptos de outras religiões, sobretudo os cristãos, enfrentam muitas dificuldades para professar sua fé com liberdade. No Brasil, qualquer pessoa tem o direito de optar pela religião que quiser, tem o direito de mudar de religião, tem o direito de frequentar o templo que bem entender, tem o direito até de não crer. E isso não é só no papel, já faz parte da cultura do brasileiro.
Mas, é interessante imaginar como seria a convivência entre os grupos, por exemplo, de cristãos pentecostais, tradicionais ou mesmo católicos com os convertidos ao islamismo... Quanto do preconceito enraizado no imaginário coletivo viria à tona e faria com que vizinhos ou colegas de faculdade passassem a ser vistos como terroristas, pelo fato de terem se tornado muçulmanos?
Os brasileiros em geral e os cristãos em particular devem estar preparados para essa nova realidade que se anuncia. Que aqueles que conhecem a salvação em Cristo jamais se desviem do seu chamado original de pregar o evangelho a toda criatura e que haja em cada um o desejo da paz. Afinal, os pacificadores serão chamados filhos de Deus (Mt 5.9).
Cristina Ignácio
Missão Portas Abertas
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Soldado americano é afastado por evangelizar no Iraque
ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA - A organização humanitária Liberdade Cristã Internacional (CFI, sigla em inglês), baseada em Michigan, informou que um marine foi afastado de seus deveres militares no Iraque na sexta-feira passada por distribuir "material cristão" a muçulmanos sunitas em Fallujah. De acordo com a CFI, o material foi entregue a aproximadamente dez cidadãos de Fallujah ao passarem pelo posto de fiscalização militar que controla acesso à cidade. Seriam "moedas" que teriam impressas a seguinte inscrição em árabe "Onde você gastará eternidade?", de um lado, e as palavras de João 3:16 "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu único filho para que todo aquele que nele crê não pereçam, mas tenha a vida eterna" no outro lado. O incidente trouxe à luz a afronta entre residentes locais como também líderes sunitas que se encontraram com funcionários do governo dos EUA para exigir "o castigo mais severo possível" para todos os responsáveis pela distribuição da moeda com dizeres religiosos. A CFI, cuja missão é prover ajuda humanitária e advocatícia para cristãos perseguidos em países como a China e Bangladesh, condenou as medidas disciplinares do Exército e afirmou que os Estados Unidos têm a obrigação de defender o direito pessoal do soldado de compartilhar a fé dele sem medo de perseguição. Em junho, o presidente da CFI, Jim Jacobson, enviou a quarta carta ao ministro da Defesa, Robert M. Gates, argumentando que "o incidente em Fallujah não envolveu molestamento ou coerção de qualquer tipo por parte do soldado, nem desrespeito ao islã como religião ou qualquer tipo de dano a quem recebeu as moedas".
Cresce o sentimento anticristão"A controvérsia ainda é outra forte indicação de um sentimento anticristão crescente mundial, inclusive nos Estados Unidos, onde um treinador de Michigan foi despedido recentemente com base em alegações de que o ex-assistente dele, por ser um pastor evangélico, estava usando a posição no time de luta livre para fazer proselitismo entre estudantes muçulmanos ( leia mais sobre este caso)", disse a circular de notícias da CFI. O texto ainda diz: "Durante décadas, o cristianismo foi ilegal em dezenas de países ao redor do mundo onde milhões de cristãos sofrem discriminação, molestamento, abuso, tortura ou martírio por causa de seus hábitos de oração, leitura da Bíblia, louvor, adoração e testemunho da fé pessoal em Jesus Cristo."
Tradução: Tsuli Narimatsu
Fonte: Christian Freedom -http://www.christianfreedom.org/
Fonte: Portas Abertas [www.portasabertas.org.br] Obrigado por sua compreensão e apoio ao divulgar a causa dos cristãos perseguidos
Cresce o sentimento anticristão"A controvérsia ainda é outra forte indicação de um sentimento anticristão crescente mundial, inclusive nos Estados Unidos, onde um treinador de Michigan foi despedido recentemente com base em alegações de que o ex-assistente dele, por ser um pastor evangélico, estava usando a posição no time de luta livre para fazer proselitismo entre estudantes muçulmanos ( leia mais sobre este caso)", disse a circular de notícias da CFI. O texto ainda diz: "Durante décadas, o cristianismo foi ilegal em dezenas de países ao redor do mundo onde milhões de cristãos sofrem discriminação, molestamento, abuso, tortura ou martírio por causa de seus hábitos de oração, leitura da Bíblia, louvor, adoração e testemunho da fé pessoal em Jesus Cristo."
Tradução: Tsuli Narimatsu
Fonte: Christian Freedom -http://www.christianfreedom.org/
Fonte: Portas Abertas [www.portasabertas.org.br] Obrigado por sua compreensão e apoio ao divulgar a causa dos cristãos perseguidos
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Perseguição, sofrimento!
"Bem-aventurados os que choram, pois serão consolados. Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, pois deles é o Reino dos céus."Mateus 5.4,10
Quando lemos a passagem do sermão do monte e, neste caso, das bem-aventuranças, conhecemos um pouquinho mais sobre o Reino de Deus. Que lugar é esse em que são felizes os que choram e os que são perseguidos? Deus é soberano e não cabe a nós tentar entender seus caminhos e os pensamentos. A nossa parte é crer e receber do consolo e da felicidade de poder fazer parte deste Reino celestial.
No Laos, as autoridades prenderam um líder na província de Savannakhet por abraçar o cristianismo. Ameaçaram expulsá-lo da comunidade, caso não renuncie sua fé, e matá-lo, caso sua prisão se torne pública. Interceda por esse e outros casos de perseguição que estão ocorrendo no país. No Egito, mais de 150 pessoas foram presas por se alimentarem durante o Ramadã. É a primeira vez que os oficiais egípcios agem de maneira tão drástica. Qualquer estrangeiro ou não muçulmano que for encontrado comendo, bebendo ou fumando durante o período de jejum, será preso. A Portas Abertas realiza diversas campanhas de cartas e ações institucionais em favor dos cristãos perseguidos. Foi postado em nosso blog um texto que fala sobre a importância de mandarmos cartas ou cartões para nossos queridos irmãos. Elas fazem grande diferença e levam consolo e amor. Acesse o blog e seja desafiado a participar das campanhas e abençoar os cristãos perseguidos. Uma ótima semana!Deborah Stafussi
PS: Ajude-nos a mobilizar mais irmãos para orar em favor dos cristãos perseguidos.Indique um amigo para receber, semanalmente, as notícias que se destacaram em nosso site.
15 de setembro de 2009
www.portasabertas.org.brFone: (0--11) 5181 3330Fax: (0--11) 5181 7525
Não responda este e-mail. Em caso de dúvida, envie um e-mail para relacionamento@portasabertas.org.br.
Quando lemos a passagem do sermão do monte e, neste caso, das bem-aventuranças, conhecemos um pouquinho mais sobre o Reino de Deus. Que lugar é esse em que são felizes os que choram e os que são perseguidos? Deus é soberano e não cabe a nós tentar entender seus caminhos e os pensamentos. A nossa parte é crer e receber do consolo e da felicidade de poder fazer parte deste Reino celestial.
No Laos, as autoridades prenderam um líder na província de Savannakhet por abraçar o cristianismo. Ameaçaram expulsá-lo da comunidade, caso não renuncie sua fé, e matá-lo, caso sua prisão se torne pública. Interceda por esse e outros casos de perseguição que estão ocorrendo no país. No Egito, mais de 150 pessoas foram presas por se alimentarem durante o Ramadã. É a primeira vez que os oficiais egípcios agem de maneira tão drástica. Qualquer estrangeiro ou não muçulmano que for encontrado comendo, bebendo ou fumando durante o período de jejum, será preso. A Portas Abertas realiza diversas campanhas de cartas e ações institucionais em favor dos cristãos perseguidos. Foi postado em nosso blog um texto que fala sobre a importância de mandarmos cartas ou cartões para nossos queridos irmãos. Elas fazem grande diferença e levam consolo e amor. Acesse o blog e seja desafiado a participar das campanhas e abençoar os cristãos perseguidos. Uma ótima semana!Deborah Stafussi
PS: Ajude-nos a mobilizar mais irmãos para orar em favor dos cristãos perseguidos.Indique um amigo para receber, semanalmente, as notícias que se destacaram em nosso site.
15 de setembro de 2009
www.portasabertas.org.brFone: (0--11) 5181 3330Fax: (0--11) 5181 7525
Não responda este e-mail. Em caso de dúvida, envie um e-mail para relacionamento@portasabertas.org.br.
sábado, 30 de maio de 2009
Muçulmanos expulsam cristãos de lugar de culto
ZANZIBAR - O culto de domingo em uma igreja não-registrada perto da cidade de Zanzibar, em uma ilha da Tanzânia, não aconteceu pela terceira semana consecutiva depois que muçulmanos extremistas expulsaram os cristãos de sua propriedade alugada. Radicais expulsaram os membros da Igreja Pentecostal Zanzibar (Kanisa La Pentecoste Zanzibar) de um culto em uma casa alugada em Ungunja Ukuu. As restrições á compra de terrenos para Igrejas diminuiu as tentativas da congregação de encontrar um novo lugar de culto. Furiosos com um recente crescimento da evangelização na área, os muçulmanos fizeram diversas ameaças aos cristãos, dizendo para que interrompessem suas atividades. A igreja havia realizado uma campanha de evangelismo de porta em porta, encerrada com uma celebração de Páscoa. “Radicais muçulmanos contaram sobre a campanha para Mgomba, o líder do vilarejo, que, por sua vez, ordenou que ninguém realizasse atividades cristãs em sua jurisdição”, disse Obeid Fabian Hofi, bispo da igreja. Na manhã do ataque, mais de 20 membros da igreja estavam reunidos quando souberam que os muçulmanos iriam atacá-los. Quando o grupo se aproximou, todos fugiram para salvar suas vidas. “O grupo gritava, dizendo: ‘Não queremos a igreja aqui – eles devem ir embora e nunca mais voltar!’”, disse um cristão que pediu anonimato. Um muçulmano alugou sua casa para um membro da igreja, Leah Shabani, que depois decidiu fazer dali um lugar para reuniões. A igreja, que existe há sete anos, tinha mais de 30 membros no início desse ano. Sem lugar para cultuar, muitos cristãos viajam até a cidade de Zanzibar. Quando a Igreja relatou o ataque para o chefe da área, Jecha Ali, ele disse que não poderia ajudá-los. “Essa propriedade não é minha – se o dono se recusa a deixar vocês cultuarem lá, então eu não posso fazer nada”, disse Ali. “Até agora, a polícia não fez nada. Estou muito preocupado com a situação espiritual do meu rebanho, já que meus apelos não são atendidos. Ninguém está preparado para ouvir nossas reclamações. Estamos lutando e perdendo, pois somos governados por muçulmanos”, diz Hofi. “Agora a igreja está arrecadando dinheiro para que os membros logo tenham um lugar para se reunir. Estamos confiando na providência de Deus.”Fonte: Compass Direct
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Ex-muçulmana é presa por se casar com um cristão

EGITO - A convertida Raheal Henen Mussa e seu marido copta estão escondidos da polícia e de sua família muçulmana por violarem um artigo da sharia (lei islâmica) que não existe no código penal egípcio.
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A polícia prendeu Mussa, 22, no dia 13 de abril, por se casar com Sarwat George Ryiad em uma cerimônia comum (zawag al ‘urfi), uma forma não-registrada de matrimônio realizada no Egito, sem testemunhas. Essa cerimônia ganhou muita popularidade entre os jovens egípcios, mas não é sancionada pela maioria dos eruditos islâmicos.
Os dois assinaram um contrato de casamento entre eles. Somente Ryiad e seu advogado têm uma cópia. A polícia não conseguiu uma cópia do contrato, mas usou a existência dele como pretexto para a prisão de Mussa.
De acordo com uma interpretação da sharia, as mulheres muçulmanas não podem casar com não-muçulmanos, ainda que o contrário seja permitido, e o Artigo 2 da Constituição egípcia estipula que a sharia seja a base para a legislação.
Segundo a lei egípcia, os dois não cometeram um crime, já que não procuraram um reconhecimento para o casamento, mas a polícia e a família de Mussa estão coagindo o casal, dizendo que eles violaram a lei islâmica.
“Eles não violaram a lei, mas a família e a polícia estão adotando uma lei própria, que não está registrada”, diz Helmy Guirguis, presidente da Associação copta do Reino Unido. “A lei islâmica interpreta que, se uma garota muçulmana casa com um homem não-muçulmano, mesmo no papel, eles estão quebrando a lei de Deus, e não a lei dos homens.”
Os dois não puderam se casar em uma cerimônia oficial, pois Mussa é considerada muçulmana por nascimento, e mudar o status religioso de “islã” para “cristianismo” é impossível no Egito.
Conhecida como Samr Mohamed Hansen, Mussa se converteu ao cristianismo há três anos, antes de se casar com Ryiad. A polícia a prendeu quando chegou do trabalho. Eles a identificaram pela tatuagem da cruz copta em seu braço direito, uma marca comum entre os coptas.
Ela foi transferida para um posto operado pela polícia secreta, onde ficou até domingo (19 de abril), quando sua família a tirou de lá. Enquanto estava sob custódia, a família queimou a tatuagem.
Mussa fugiu de sua família na terça-feira (21). Ela e seu marido fugiram para o Cairo e estão escondidos. Se os dois forem pegos, os advogados temem que eles possam ser separados, presos e agredidos se Mussa voltar para a família.
A influência da sharia na lei egípcia também significa que os muçulmanos têm o direito (hisbah) de processar alguém que tenha violado os “direitos de Deus”. Isso pode significar que o casamento não reconhecido de Mussa e Ryiad pode torná-los alvos de extremistas muçulmanos querendo cumprir toda a lei.
O exemplo mais conhecido da aplicação do hisbah aconteceu em 1995, quando Nasr Abuh Zayd, professor da Universidade do Cairo, foi declarado um “infiel” e obrigado a se divorciar de sua esposa por criticar as visões ortodoxas do Alcorão.
Ryiad e Mussa não casaram em uma cerimônia copta, pois muitas igrejas evitam casar muçulmanos registrados com não-muçulmanos, por medo das autoridades e extremistas islâmicos.
“Ninguém no Egito pode realizar o casamento de um homem copta com uma mulher muçulmana”, afirma o advogado Naguib Gabriel. “Seria muito perigoso para a vida do pastor.”
Fonte: Compass Direct
terça-feira, 21 de abril de 2009
Minha porção é o Senhor
"Digo a mim mesmo: A minha porção é o Senhor; portanto, nele porei minha esperança. O Senhor é bom para com aqueles cuja esperança está nele, para com aqueles que o buscam; é bom esperar tranquilo pela salvação do Senhor."
Lamentações 3.24-26
É muito bom receber as promessas descritas na Bíblia para nossas vidas. Muitas vezes, com tudo o que enfrentamos diariamente, precisamos afirmar para nós mesmos que a nossa esperança está no Senhor, e que por isso, devemos esperar somente nele. E esse esperar não é o "andar ansioso", e sim, o esperar tranquilo pela salvação que, com certeza, virá das mãos do Senhor.
No Egito, aconteceu a audiência de um copta que tenta alterar seus status religioso de "muçulmano" para "cristão". Frente ao juiz, ele declarou: "Eu sou cristão, meus irmãos. Podem me matar". Lembre-se dele em suas orações.
Em Bangladesh, a construção de uma igreja foi interrompida devido a protestos de muçulmanos locais. Fontes afirmam que eles temem um grande número de conversões, por isso tentaram demolir as fundações do templo. O prefeito garante que a obra será reiniciada em breve.
No final de março, a ONU votou em favor de uma resolução que apoia a implementação de leis contra a difamação religiosa. No papel, ela parece muito boa, mas pode servir de base para leis antiblasfêmia e anticonversão. A Portas Abertas Internacional (ODI), juntamente com outras ONGs, protesta a aprovação dessa resolução.
Assim como nas situações mencionadas acima, a cada dia aguardamos pela intervenção de Deus em nossas vidas, trazendo a misericórdia que se renova a cada manhã e a força que vem da esperança colocada nele.
Que sua esperança esteja no Senhor todos os dias de sua vida.
Deus o abençoe,
Deborah Stafussi
Editora
Lamentações 3.24-26
É muito bom receber as promessas descritas na Bíblia para nossas vidas. Muitas vezes, com tudo o que enfrentamos diariamente, precisamos afirmar para nós mesmos que a nossa esperança está no Senhor, e que por isso, devemos esperar somente nele. E esse esperar não é o "andar ansioso", e sim, o esperar tranquilo pela salvação que, com certeza, virá das mãos do Senhor.
No Egito, aconteceu a audiência de um copta que tenta alterar seus status religioso de "muçulmano" para "cristão". Frente ao juiz, ele declarou: "Eu sou cristão, meus irmãos. Podem me matar". Lembre-se dele em suas orações.
Em Bangladesh, a construção de uma igreja foi interrompida devido a protestos de muçulmanos locais. Fontes afirmam que eles temem um grande número de conversões, por isso tentaram demolir as fundações do templo. O prefeito garante que a obra será reiniciada em breve.
No final de março, a ONU votou em favor de uma resolução que apoia a implementação de leis contra a difamação religiosa. No papel, ela parece muito boa, mas pode servir de base para leis antiblasfêmia e anticonversão. A Portas Abertas Internacional (ODI), juntamente com outras ONGs, protesta a aprovação dessa resolução.
Assim como nas situações mencionadas acima, a cada dia aguardamos pela intervenção de Deus em nossas vidas, trazendo a misericórdia que se renova a cada manhã e a força que vem da esperança colocada nele.
Que sua esperança esteja no Senhor todos os dias de sua vida.
Deus o abençoe,
Deborah Stafussi
Editora
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Missão Portas Abertas divulga a Classificação de países por perseguição 2009
cristão sendo espancado por sua fé em CristoPerseguição religiosa: uma realidade do século 21
Estima-se que 100 milhões¹ de cristãos em todo o mundo sofrem perseguição por professarem a fé em Jesus Cristo. O número de torturados e mortos é quase impossível de se obter. Isso porque alguns dos casos são encobertos pelo governo; outros são dissimulados para não revelarem qualquer ligação com assuntos religiosos. Por exemplo: na Coreia do Norte, que encabeça a posição dos países mais perseguidores, 25% dos cristãos estão presos em campos de concentração, acusados de serem subversivos políticos. Mas a verdade por trás do aprisionamento é o fato de essas pessoas proclamarem Jesus, e não o regime norte-coreano como autoridade em suas vidas.
Classificação de Países por perseguição 2009
Com o objetivo de ajudar os cristãos que sofrem com a perseguição, a Portas Abertas Internacional monitora a liberdade religiosa de diversos locais e produz uma lista anual com os 50 países onde ser cristão é mais difícil. A Classificação de países por perseguição, como é chamada, divide os países em cinco graus de perseguição, que vão de "perseguição severa" a "alguns problemas".
A lista é compilada e divulgada anualmente pela Portas Abertas, a fim de chamar a atenção para a liberdade religiosa dos cristãos em diversos países.
A preocupante indiferença à Perseguição Religiosa
Uma possível tendência que preocupa os líderes da Portas Abertas Internacional é se os cristãos do mundo livre estão perdendo o interesse pelos problemas dos cristãos que são perseguidos.
"Durante as últimas décadas, temos visto a situação das reportagens isoladas sobre a perseguição na mídia cristã mudar. Agora, é comum assistir à cobertura de ataques aos cristãos mesmo na imprensa secular", disse Jeff Taylor, presidente da Portas Abertas Internacional. "Minha preocupação é se o aumento dos relatos está resultando em uma correspondente perda de interesse, um tipo de 'cansaço das notícias de perseguição aos cristãos'."
"Não podemos deixar isso acontecer", completou Johan Companjen, presidente emérito da Portas Abertas Internacional. "Quando compreendemos que há centenas de cristãos presos por causa da fé em um único país como a Eritreia, isso deve fazer com que redobremos nossas orações e esforços para ajudar."
A Classificação de países por perseguição e a análise completa estão disponíveis para download no site http://www.portasabertas.org.br/redir-mailing.asp?envio=503&url=http%3A%2F%2Fwww%2Eportasabertas%2Eorg%2Ebr.
Mais informações: Renata Éboli - renata.eboli@portasabertas.org.br Vanessa Portella – vanessa@portasabertas.org.br
Fone: (0--11) 5181 3330
Estima-se que 100 milhões¹ de cristãos em todo o mundo sofrem perseguição por professarem a fé em Jesus Cristo. O número de torturados e mortos é quase impossível de se obter. Isso porque alguns dos casos são encobertos pelo governo; outros são dissimulados para não revelarem qualquer ligação com assuntos religiosos. Por exemplo: na Coreia do Norte, que encabeça a posição dos países mais perseguidores, 25% dos cristãos estão presos em campos de concentração, acusados de serem subversivos políticos. Mas a verdade por trás do aprisionamento é o fato de essas pessoas proclamarem Jesus, e não o regime norte-coreano como autoridade em suas vidas.
Classificação de Países por perseguição 2009
Com o objetivo de ajudar os cristãos que sofrem com a perseguição, a Portas Abertas Internacional monitora a liberdade religiosa de diversos locais e produz uma lista anual com os 50 países onde ser cristão é mais difícil. A Classificação de países por perseguição, como é chamada, divide os países em cinco graus de perseguição, que vão de "perseguição severa" a "alguns problemas".
A lista é compilada e divulgada anualmente pela Portas Abertas, a fim de chamar a atenção para a liberdade religiosa dos cristãos em diversos países.
A preocupante indiferença à Perseguição Religiosa
Uma possível tendência que preocupa os líderes da Portas Abertas Internacional é se os cristãos do mundo livre estão perdendo o interesse pelos problemas dos cristãos que são perseguidos.
"Durante as últimas décadas, temos visto a situação das reportagens isoladas sobre a perseguição na mídia cristã mudar. Agora, é comum assistir à cobertura de ataques aos cristãos mesmo na imprensa secular", disse Jeff Taylor, presidente da Portas Abertas Internacional. "Minha preocupação é se o aumento dos relatos está resultando em uma correspondente perda de interesse, um tipo de 'cansaço das notícias de perseguição aos cristãos'."
"Não podemos deixar isso acontecer", completou Johan Companjen, presidente emérito da Portas Abertas Internacional. "Quando compreendemos que há centenas de cristãos presos por causa da fé em um único país como a Eritreia, isso deve fazer com que redobremos nossas orações e esforços para ajudar."
A Classificação de países por perseguição e a análise completa estão disponíveis para download no site http://www.portasabertas.org.br/redir-mailing.asp?envio=503&url=http%3A%2F%2Fwww%2Eportasabertas%2Eorg%2Ebr.
Mais informações: Renata Éboli - renata.eboli@portasabertas.org.br Vanessa Portella – vanessa@portasabertas.org.br
Fone: (0--11) 5181 3330
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Lei anticonversão no Sri Lanka

"Feliz é o homem que persevera na provação, porque depois de aprovado receberá a coroa da vida, que Deus prometeu aos que o amam." Tiago 1.12
Muitos irmãos entendem que estamos nessa vida de passagem, e vislumbram as promessas do Senhor para a eternidade. Por isso, eles suportam o que, sem a graça, julgaríamos insuportável.
Muitos irmãos entendem que estamos nessa vida de passagem, e vislumbram as promessas do Senhor para a eternidade. Por isso, eles suportam o que, sem a graça, julgaríamos insuportável.
No Paquistão, após descobrir que a casa que assaltavam pertencia a uma família cristã, 10 homens estupraram uma menina na frente dos pais. Ore para que Deus dê forças para essa família, e para que a justiça seja feita.
Ao final de fevereiro, será votada uma lei anticonversão no Sri Lanka. Aqueles que a infringirem e forem considerados culpados poderão ser presos por mais de sete anos ou pagar multas altíssimas. Saiba mais sobre o projeto de criminalização e inclua o Sri Lanka em suas orações.
O irmão Hua Zaichen, de 91 anos, foi hospitalizado após passar muito mal em uma prisão na chinesa. Seu estado de saúde ainda requer cuidados especiais. Sua esposa, Shuang Shuying, de 79 anos, também está presa e precisa das nossas orações. Interceda por esse casal, pela saúde do irmão Hua Zaichen e para que as autoridades permitam que sua esposa esteja ao seu lado nesse momento.
Saiba como escrever mensagens de conforto para duas famílias de prisioneiros na China.
Nossas orações ajudam esses irmãos a suportarem com perseverança momentos tão difíceis e dolorosos. Compartilhe esses pedidos com sua igreja e amigos!
Que Deus abençoe sua semana,
Saiba como escrever mensagens de conforto para duas famílias de prisioneiros na China.
Nossas orações ajudam esses irmãos a suportarem com perseverança momentos tão difíceis e dolorosos. Compartilhe esses pedidos com sua igreja e amigos!
Que Deus abençoe sua semana,
Renata Éboli Marca e Relacionamento
PS: Participe da Campanha de 40 dias de jejum e oração por um novo Brasil, de 19 de abril a 31 de maio. Aceite o desafio de jejuar, orar e evangelizar! Veja aqui mais informações sobre como participar.
fonte http://www.portasabertas.org.br/redir-mailing.asp?envio=471&url=http%3A%2F%2Fwww%2Eportasabertas%2Eorg%2EbrFone: (0--11) 5181 3330Fax: (0--11) 5181 7525
sábado, 24 de janeiro de 2009
Intolerancia Religiosa
Mais dois cristãos morrem em prisão militar de Mitire
ERITRÉIA ( 11 º) - Janeiro marca um mês negro para a Igreja na Eritréia com a morte de dois cristãos sob duras condições na prisão militar de Mitire. No início de janeiro, a Portas Abertas soube de Mogos Hagos Kiflom, 37, que supostamente morreu como resultado da tortura contínua que enfrentou ao recusar negar sua fé. A data exata de sua prisão e, consequentemente, de sua morte é desconhecida. Kiflom, membro da Rhema Church, deixa esposa, filho e mãe.
No dia 16 de janeiro, sexta-feira, Mehari Gebreneguse Asgedom, 42, também morreu em Mitire, preso na solitária. Fontes dizem que ele morreu devido à constante tortura e a complicações com a diabetes. Asgedom era membro da Church of the Living God (Igreja do Deus Vivo) em Mendefera, mas não se sabe quando foi preso ou quando, exatamente, foi transferido para Mitire. Essas mortes aumentam para 8 o número de cristãos eritreus mortos por causa de sua fé. A prisão militar de Mitire foi construída recentemente no nordeste do país, aparentemente com o propósito de punir cristãos que persistem em suas atividades religiosas apesar da proibição feita pelo governo em 2002. Cristãos encarcerados em todo o país foram transferidos para Mitire, onde sofreram tortura física e trabalho forçado. Entre eles, há ao menos dois homens com cerca de 80 anos que foram presos no fim de novembro, juntamente com 34 membros da Kale-Hiwot Church em Dekemhare. Entre os presos estão 17 mulheres e esses dois homens idosos. Em dezembro, um pouco antes do Natal, a campanha do governo que havia começado em áreas distantes de Asmara teve uma repentina mudança para incluir a capital. Sabe-se que 49 líderes importantes das igrejas subterrâneas em Asmara ficaram presos por 2 semanas. Essa prisão incluiu membros da Church of the Living God, Medhaniel Alem Revival Group e das igrejas Philadelphia, Kale-Hiwot, Rhema, Full Gospel e Salvation by Christ. Todos os líderes, cujos nomes apareceram em uma lista que, supostamente, foi feita pelos oficiais do governo, de 180 pessoas que foram retiradas de suas casas e lugares de trabalho. Juntamente com a prisão desses 49 líderes, uma papelaria, uma loja de artigos musicais e uma gráfica foram fechadas por suas supostas atividades religiosas. A campanha nacional continuou em 2009 com a prisão de 15 membros da Kale-Hiwot Church em Keren no dia 11 de janeiro. Cinco eram pastores. Na época da reportagem, eles ainda aguardavam na delegacia local, com a possibilidade de serem transferidos para Mitire. Visitas não são permitidas. A polícia de Asmara também fechou a gráfica Semhare e prendeu seu proprietário, Sr. Tekeste Habtemichel, por ter alegado publicar materiais cristãos em colaboração com igrejas subterrâneas. Os líderes das igrejas de Eritréia disseram que até a metade de dezembro um total de 2.891 cristãos, dos quais 101 são mulheres, foram encarcerados em razão de sua fé. Somando aos 49 encarcerados antes do Natal e aos 16 em janeiro, a situação chega a 2.907 presos. Fora os cristãos, 27 líderes das testemunhas de Jeová e 110 muçulmanos também estão na prisão.
Pedidos de oração: • Para que o Senhor conforte e console as famílias e amigos de Mehari Gebreneguse Asgedom e Mogos Hagos Kiflom. Ore para que Ele supra cada necessidade
• Por todos os cristãos na prisão militar em Mitire e em outras prisões da Eritréia, por proteção e misericórdia. Ore para que eles saibam que oramos por eles e lembrem das promessas de Deus para aqueles que sofrem em Seu nome. Que o Espírito de Deus os guarde do desânimo e, por meio da graça, ajude-os a permanecerem firmes em esperança e paz
• Para que os propósitos de Deus sejam cumpridos em meio a essas circunstâncias
• Por sabedoria para todos os membros das igrejas que tiveram que assumir posições de liderança devido a prisão dos pastores. Ore para que Deus use-os poderosamente apesar dos desafios de ministrar para o rebanho do Senhor
• Para que Deus multiplique os esforços na ajuda para os cristãos da Eritréia.
Tradução: Deborah Stafussi
Missão Portas Abertas
ERITRÉIA ( 11 º) - Janeiro marca um mês negro para a Igreja na Eritréia com a morte de dois cristãos sob duras condições na prisão militar de Mitire. No início de janeiro, a Portas Abertas soube de Mogos Hagos Kiflom, 37, que supostamente morreu como resultado da tortura contínua que enfrentou ao recusar negar sua fé. A data exata de sua prisão e, consequentemente, de sua morte é desconhecida. Kiflom, membro da Rhema Church, deixa esposa, filho e mãe.
No dia 16 de janeiro, sexta-feira, Mehari Gebreneguse Asgedom, 42, também morreu em Mitire, preso na solitária. Fontes dizem que ele morreu devido à constante tortura e a complicações com a diabetes. Asgedom era membro da Church of the Living God (Igreja do Deus Vivo) em Mendefera, mas não se sabe quando foi preso ou quando, exatamente, foi transferido para Mitire. Essas mortes aumentam para 8 o número de cristãos eritreus mortos por causa de sua fé. A prisão militar de Mitire foi construída recentemente no nordeste do país, aparentemente com o propósito de punir cristãos que persistem em suas atividades religiosas apesar da proibição feita pelo governo em 2002. Cristãos encarcerados em todo o país foram transferidos para Mitire, onde sofreram tortura física e trabalho forçado. Entre eles, há ao menos dois homens com cerca de 80 anos que foram presos no fim de novembro, juntamente com 34 membros da Kale-Hiwot Church em Dekemhare. Entre os presos estão 17 mulheres e esses dois homens idosos. Em dezembro, um pouco antes do Natal, a campanha do governo que havia começado em áreas distantes de Asmara teve uma repentina mudança para incluir a capital. Sabe-se que 49 líderes importantes das igrejas subterrâneas em Asmara ficaram presos por 2 semanas. Essa prisão incluiu membros da Church of the Living God, Medhaniel Alem Revival Group e das igrejas Philadelphia, Kale-Hiwot, Rhema, Full Gospel e Salvation by Christ. Todos os líderes, cujos nomes apareceram em uma lista que, supostamente, foi feita pelos oficiais do governo, de 180 pessoas que foram retiradas de suas casas e lugares de trabalho. Juntamente com a prisão desses 49 líderes, uma papelaria, uma loja de artigos musicais e uma gráfica foram fechadas por suas supostas atividades religiosas. A campanha nacional continuou em 2009 com a prisão de 15 membros da Kale-Hiwot Church em Keren no dia 11 de janeiro. Cinco eram pastores. Na época da reportagem, eles ainda aguardavam na delegacia local, com a possibilidade de serem transferidos para Mitire. Visitas não são permitidas. A polícia de Asmara também fechou a gráfica Semhare e prendeu seu proprietário, Sr. Tekeste Habtemichel, por ter alegado publicar materiais cristãos em colaboração com igrejas subterrâneas. Os líderes das igrejas de Eritréia disseram que até a metade de dezembro um total de 2.891 cristãos, dos quais 101 são mulheres, foram encarcerados em razão de sua fé. Somando aos 49 encarcerados antes do Natal e aos 16 em janeiro, a situação chega a 2.907 presos. Fora os cristãos, 27 líderes das testemunhas de Jeová e 110 muçulmanos também estão na prisão.
Pedidos de oração: • Para que o Senhor conforte e console as famílias e amigos de Mehari Gebreneguse Asgedom e Mogos Hagos Kiflom. Ore para que Ele supra cada necessidade
• Por todos os cristãos na prisão militar em Mitire e em outras prisões da Eritréia, por proteção e misericórdia. Ore para que eles saibam que oramos por eles e lembrem das promessas de Deus para aqueles que sofrem em Seu nome. Que o Espírito de Deus os guarde do desânimo e, por meio da graça, ajude-os a permanecerem firmes em esperança e paz
• Para que os propósitos de Deus sejam cumpridos em meio a essas circunstâncias
• Por sabedoria para todos os membros das igrejas que tiveram que assumir posições de liderança devido a prisão dos pastores. Ore para que Deus use-os poderosamente apesar dos desafios de ministrar para o rebanho do Senhor
• Para que Deus multiplique os esforços na ajuda para os cristãos da Eritréia.
Tradução: Deborah Stafussi
Missão Portas Abertas
sábado, 13 de dezembro de 2008
O silêncio das pequenas igrejas na terra do apóstolo Paulo

Sábado, 13 de dezembro de 2008
O silêncio das pequenas igrejas na terra do apóstolo Paulo
Esta reportagem tocou profundamente o meu coração, quando a Declaração Universal dos Direitos Humanos completam 60 anos. Ainda convivemos em muitos lugares e países com a intolerancia religiosa.
O silêncio das pequenas igrejas na terra do apóstolo Paulo
Esta reportagem tocou profundamente o meu coração, quando a Declaração Universal dos Direitos Humanos completam 60 anos. Ainda convivemos em muitos lugares e países com a intolerancia religiosa.
TURQUIA ( 34 º) - Desde junho passado, a Turquia tem visto um constante fluxo de fiéis vindos de vários lugares: Itália, Alemanha, Espanha, França, América Latina, Coréia e até Japão. Eles querem seguir as “pisadas do apóstolo Paulo”, revisitando o lugar onde nasceu, viveu, lutou e sofreu pelas comunidades cristãs que começavam na época. Seu aniversário de 2 mil anos está sendo comemorado este ano. Nenhum dia passa sem que grupos de fiéis visitem Tarso, Antioquia e Éfeso. Porém, eles não vêem nada além de pedras e ruínas à sombra dos muitos minaretes. Vão embora com uma grande sensação de tristeza, se não com a convicção, de que não existem muitos cristãos na Turquia, mas exclusivamente muçulmanos. Em novembro de 1939, Angelo Roncalli (que se tornaria o Papa João XXIII) era o representante apostólico em Istambul. Em seu livro Jornada de uma Alma, ele escreveu: “Há pouca coisa que sobrou do reino do Senhor Jesus aqui na Turquia. Apenas ruínas e sementes”. Nada parece ter mudado nos últimos 70 anos: os visitantes vêem somente pedras, por mais gloriosas que sejam, de um passado que não existe mais; as igrejas foram transformadas em museus, mesquitas, escola ou bibliotecas. Uma Igreja reduzida ao silêncio. O desconsolo é mais profundo se pensarmos que, um século atrás, a Turquia tinha a comunidade cristã mais numerosa do Oriente Médio. Hoje é a menor. Dos quase dois milhões de cristãos no início do século 20, restam apenas 150 mil, quase todos concentrados em grandes cidades como Istambul, Esmirna e Mersin. O restante está espalhado na Anatólia, em pequenas comunidades. Cerca de metade deles é membro de uma Igreja Apostólica Armênia. Depois vêm as comunidades católicas (cerca de 3 mil no total), essencialmente latinas, mas também armênias, siríacas e caldéias. Existem 20 mil protestantes de várias denominações, em maior número que os sírio-ortodoxos: uns 10 mil – apenas um décimo do número existente um século atrás na região sul de Tur Abdin. Os gregos ortodoxos de Bartolomeu I se reduziram a 5 mil. Entre os 70 milhões de habitantes, os cristãos representam um pequeno número, menos de 1%. Na realidade, é uma Igreja menor do que a mais pequenina semente. O desaparecimento da Igreja se deu simultaneamente à redução de todas as instituições beneficentes gerenciadas por ela (hospitais, hospícios, escolas), tanto pela constante perda de funcionários como pelas responsabilidades econômicas impostas pelo Estado. Existem muitos obstáculos que dificultam a vida das comunidades cristãs em um país que, a despeito de tudo, classifica-se como secular: falta de cadastro jurídico; restrição dos direitos de propriedade; interferência no gerenciamento de fundações; impossibilidade de formar o clero; vigilância da polícia sobre os cristãos. A legislação turca está complicando a vida da Igreja Católica. Ainda não existe um estatuto que lhe permita ter existência legal, e, portanto, uma voz na sociedade. Em relação à liberdade religiosa, se é verdade que uma ordem oficial em dezembro de 2003 autorizou a mudança de identidade religiosa, ou a mudança de uma religião para outra com base em uma simples declaração, a realidade dos fatos demonstram que a pressão social e da mídia tem muito mais poder. Basta pensar em Ancara. A capital do país deveria ser a fortaleza do secularismo. No entanto, as 250 famílias cristãs, distribuídas entre os 6 milhões de habitantes da cidade, sentem-se impelidas a dar nomes não-cristãos aos seus filhos, para que não sejam ridicularizados na escola ou discriminados no trabalho. Elas ocultam sua fé mesmo até mesmo em suas casas, e não colocam nas paredes imagens ou símbolos que perturbem a coexistência pacífica com os vizinhos. Elas sofrem toda vez que vão ao cemitério, vendo as sepulturas de seus entes queridos serem repetidas vezes profanadas, as cruzes destruídas e as lápides deformadas. Elas se sentem inspecionados das cabeças aos pés pelos polícias à paisana que ficam à entrada da igreja. Assim, essas são comunidades cristãs reduzidas ao silêncio, como o cardeal Roncalli escreveu: “Uma modesta minoria que vive na superfície de um vasto mundo com o qual temos apenas contato superficial”. É uma Igreja que manca, que luta; uma igreja com medo. Crescendo em unidade . A vida não é fácil para aqueles que se declaram cristãos na Turquia. E é precisamente por esses fiéis que, na ocasião dos 2 mil do aniversário do apóstolo Paulo, a Conferência Episcopal Turca (CET) publicou uma carta pastoral com o propósito de despertar entre os cristãos do país a consciência de sua própria identidade e de dar-lhes coragem e abertura. A liderança da Igreja insiste na unidade. É isso que os cristãos na Turquia buscam viver. Em Antioquia, Mersin, Esmirna, Trabzon, Istambul ou Ancara, o escasso grupo de fiéis que se reúnem aos domingos na única igreja da cidade, ortodoxos, armênios, católicos ou caldeus, oram, cantam, e depois da Santa Ceia, tomam chá juntos, conversam um pouco, refletem sobre sua fé e sobre suas vidas. Eles são pequenas sementes destinadas a crescer. Agora que o Natal está se aproximando, sem nenhum sinal externo muito significante, eles estão se organizando para decorar as igrejas, preparar peças de Natal, enriquecer o culto da meia-noite com coral, oferecer um banquete aos mais pobres. É um esforço de trabalhos, uma fraternidade feita de simples gestos que podem ser simples ou até banais, mas que ajudam a acreditar, a continuar a esperar sobre todas as esperanças.
Tradução: Vanessa Portella
Fonte: AsiaNews -http://www.asianews.it/main.php?l=en
fonte: http://www.portasabertas.org.br/
Fonte: AsiaNews -http://www.asianews.it/main.php?l=en
fonte: http://www.portasabertas.org.br/
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Perdas e ganhos
"Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo". Filipenses 3.8
O dia-a-dia dos nossos irmãos perseguidos nos faz a pensar em quanto temos perdido para ganhar em Cristo. Eles, certamente, têm perdido muito menos do que ganham. Que suas histórias nos inspirem sempre.
Em Pequim, na China, Zhang Jian, o filho mais velho do pastor Zhang Mingxuan, apanhou cruelmente dos funcionários do Comitê de Segurança Pública. Seu estado ainda é crítico e o rapaz poderá perder a visão do olho direito. Conheça a história e ore por Jian, que, segundo últimas informações, ainda corre risco de sofrer violência.
No Iraque, não há fim para o derramamento de sangue. Em menos de uma semana, nove pessoas morreram em Mosul por serem cristãs (Leia a notícia na íntegra). Um grupo de importantes líderes muçulmanos condenou a violência contra os cristãos iraquianos e declarou que não há justificativas no islamismo para os ataques. Saiba mais e ore pelos cristãos no Iraque.
No Paquistão, um cristão e sua filha foram presos pela polícia, acusados de profanar o Alcorão. A acusação de blasfêmia pode ser punida com prisão perpétua caso a pessoa seja condenada. Conheça a história e ore por esses irmãos.
Apesar de a polícia do Estado de Orissa confirmar que maoístas mataram o líder hindu em agosto, a violência persiste contra os cristãos na Índia. Saiba as últimas notícias sobre o caso e participe da campanha de Ações Institucionais em favor dos cristãos indianos.
Tenha uma boa semana,
Renata ÉboliMarca e Relacionamento
Fonte: www.portasabertas.org.brFone: (0--11) 5181 3330Fax: (0--11) 5181 7525
O dia-a-dia dos nossos irmãos perseguidos nos faz a pensar em quanto temos perdido para ganhar em Cristo. Eles, certamente, têm perdido muito menos do que ganham. Que suas histórias nos inspirem sempre.
Em Pequim, na China, Zhang Jian, o filho mais velho do pastor Zhang Mingxuan, apanhou cruelmente dos funcionários do Comitê de Segurança Pública. Seu estado ainda é crítico e o rapaz poderá perder a visão do olho direito. Conheça a história e ore por Jian, que, segundo últimas informações, ainda corre risco de sofrer violência.
No Iraque, não há fim para o derramamento de sangue. Em menos de uma semana, nove pessoas morreram em Mosul por serem cristãs (Leia a notícia na íntegra). Um grupo de importantes líderes muçulmanos condenou a violência contra os cristãos iraquianos e declarou que não há justificativas no islamismo para os ataques. Saiba mais e ore pelos cristãos no Iraque.
No Paquistão, um cristão e sua filha foram presos pela polícia, acusados de profanar o Alcorão. A acusação de blasfêmia pode ser punida com prisão perpétua caso a pessoa seja condenada. Conheça a história e ore por esses irmãos.
Apesar de a polícia do Estado de Orissa confirmar que maoístas mataram o líder hindu em agosto, a violência persiste contra os cristãos na Índia. Saiba as últimas notícias sobre o caso e participe da campanha de Ações Institucionais em favor dos cristãos indianos.
Tenha uma boa semana,
Renata ÉboliMarca e Relacionamento
Fonte: www.portasabertas.org.brFone: (0--11) 5181 3330Fax: (0--11) 5181 7525
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Perseguição aos seguidores de Jesus Cristo
"Se me perseguiram, também perseguirão vocês."João 15.20
Quando irradiamos a luz de Jesus e conduzimos a nossa vida segundo os seus ensinamentos, há quem se sinta atraído e procure saber mais sobre Ele. Mas, há também quem se incomode e faça o possível para nos oprimir, para nos calar. Aconteceu com o próprio Cristo e também pode acontecer com você.
Nos Estados Unidos, existe um movimento para proibir que se ore publicamente em nome de Jesus. O reverendo Hashmel Turner, por exemplo, foi proibido por um tribunal de orar no nome de Jesus Cristo e ainda acabou expulso do conselho municipal (leia mais). Ele foi acusado de fazer uma oração sectária!
Na Eritréia, o governo tem feito o possível para exterminar os cristãos e qualquer material de apoio religioso, tal como a Bíblia. Oito estudantes secundaristas foram presos em contêineres de metal porque questionaram a queima de 1.500 Bíblias por oficiais do Exército e estão correndo risco de morte (leia mais).
No Laos, 17 famílias cristãs, que juntas somam 80 pessoas, entre homens, mulheres e crianças, foram presas e deixadas por três dias sem alimento, numa tentativa de forçar os adultos a negarem a fé em Jesus. Dez famílias que tinham crianças fracas assinaram os documentos de renúncia da fé e saíram do cárcere (leia mais). Outras incursões isoladas prenderam outra dezena de cristãos. Ore pelos nossos irmãos que estão presos e por aqueles que não resistiram.
Caro internauta, antes da crucificação, Jesus pediu pela companhia dos discípulos, mas eles dormiram de tanto cansaço. Nosso ministério é bastante abrangente e consiste também em estarmos acordados, alertas, para confortar os que enfrentam a perseguição e abençoá-los com a nossa presença.
Seja uma bênção em qualquer hora e lugar,
Tsuli Narimatsu Jornalista
Obs: Os projetos de treinamento da Portas Abertas na China precisam de mais parceiros. O futuro daqueles irmãos depende de uma formação sólida nas Escrituras. Para saber como contribuir, clique aqui.
Fonte: chamada da meia noite
Quando irradiamos a luz de Jesus e conduzimos a nossa vida segundo os seus ensinamentos, há quem se sinta atraído e procure saber mais sobre Ele. Mas, há também quem se incomode e faça o possível para nos oprimir, para nos calar. Aconteceu com o próprio Cristo e também pode acontecer com você.
Nos Estados Unidos, existe um movimento para proibir que se ore publicamente em nome de Jesus. O reverendo Hashmel Turner, por exemplo, foi proibido por um tribunal de orar no nome de Jesus Cristo e ainda acabou expulso do conselho municipal (leia mais). Ele foi acusado de fazer uma oração sectária!
Na Eritréia, o governo tem feito o possível para exterminar os cristãos e qualquer material de apoio religioso, tal como a Bíblia. Oito estudantes secundaristas foram presos em contêineres de metal porque questionaram a queima de 1.500 Bíblias por oficiais do Exército e estão correndo risco de morte (leia mais).
No Laos, 17 famílias cristãs, que juntas somam 80 pessoas, entre homens, mulheres e crianças, foram presas e deixadas por três dias sem alimento, numa tentativa de forçar os adultos a negarem a fé em Jesus. Dez famílias que tinham crianças fracas assinaram os documentos de renúncia da fé e saíram do cárcere (leia mais). Outras incursões isoladas prenderam outra dezena de cristãos. Ore pelos nossos irmãos que estão presos e por aqueles que não resistiram.
Caro internauta, antes da crucificação, Jesus pediu pela companhia dos discípulos, mas eles dormiram de tanto cansaço. Nosso ministério é bastante abrangente e consiste também em estarmos acordados, alertas, para confortar os que enfrentam a perseguição e abençoá-los com a nossa presença.
Seja uma bênção em qualquer hora e lugar,
Tsuli Narimatsu Jornalista
Obs: Os projetos de treinamento da Portas Abertas na China precisam de mais parceiros. O futuro daqueles irmãos depende de uma formação sólida nas Escrituras. Para saber como contribuir, clique aqui.
Fonte: chamada da meia noite
sábado, 28 de junho de 2008
"Deus nunca nos deixa nem nos abandona"
A viúva Siham diz: "Deus nunca nos deixa nem nos abandona"Siham em seu pequeno comércio
Saiba mais sobre a Igreja Perseguida na Jordânia
JORDÂNIA (39º) - Por mais de dez anos Siham Qandah lutou nos tribunais pela custódia dos filhos. Amparada pelas orações e pelo apoio de muitos cristãos e organizações ao redor do mundo, a decisão conclusiva em favor dela foi anunciada no dia 13 de junho de 2005 ( relembre). Rawan tinha 17 anos e Fadi tinha 15 anos. Os funcionários do tribunal não requisitaram nenhuma ação adicional por parte de Siham e oficialmente Rawan e Fadi receberam de volta suas identidades como cristãos. A família teve apenas que renunciar a muitos de seus direitos para poder viver em paz. Siham se manteve discreta em uma pequena cidade onde seus filhos rapidamente puderam se adaptar a uma nova escola e puderam fazer novos colegas e amigos. Mas a questão financeira ainda é um grande desafio para eles. Durante anos eles têm se mantido com uma pequena renda. Sem reclamar, Siham sempre declara: "Ele (Deus) nunca nos deixa nem nos abandona." ProvisãoDeus levantou algumas organizações cristãs britânicas para que a filha dela, Rawan, possa estudar em uma faculdade. Siham abriu uma loja de coisas para casa em parceria com um membro da igreja dela. Rawan e Fadi estão indo muito bem na escola. Siham diz que houve uma melhora clara nos estudos deles depois que o caso da custódia foi resolvido. Rawan está estudando para ser um engenheiro civil e Fadi está estudando para ser especialista em tecnologia. Nabeeh, um pastor local que atuou na batalha da custódia, e a esposa dele, Ruba, tiveram um papel importante na ajuda a essa família durante o período de crise. Agradecimento aos que oraramSiham expressou a gratidão dela: "Eu agradeço a Deus que moveu muitas das pessoas dele ao redor do globo para se levantarem por nós e orar. Eu continuo pedindo que orem por nós e especialmente pela saúde espiritual dos meus filhos.” “Eu hesito em pensar no meu futuro ou no futuro das crianças. Eu vivo o dia-a-dia. Não tenho sonhos irreais. Eu estou muito contente. Vi claramente a mão de Deus que se moveu de forma milagrosa no passado e que se mostrou para mim nessa batalha traumática. Sem dúvida, Ele nunca nos deixará nem nos abandonará.” Entenda o caso Rawan e Fadi nasceram e cresceram em uma família cristã. O pai deles morreu em novembro de 1994 enquanto servia no Exército jordaniano. Quando a mãe, Siham, foi receber os benefícios a serem transferidos para ela, oficiais lhe mostraram um certificado declarando que o marido dela havia se convertido ao islã em 1991 e que por isso os filhos dela passaram a ser muçulmanos. O marido dela nunca deu indícios de que ele ou qualquer um dos seus parentes tivesse se convertido ao islã. Ele até voltou de uma viagem ao exterior só para assistir ao batismo do filho Fadi. Isso ocorreu depois da conversão "alegada" dele. Pela lei islâmica, ela não podia contestar a veracidade do documento que automaticamente mudou a identidade dos filhos para o status de muçulmanos. E como cristã, ela também não podia gerir a pensão da família.
Saiba mais sobre a Igreja Perseguida na Jordânia
JORDÂNIA (39º) - Por mais de dez anos Siham Qandah lutou nos tribunais pela custódia dos filhos. Amparada pelas orações e pelo apoio de muitos cristãos e organizações ao redor do mundo, a decisão conclusiva em favor dela foi anunciada no dia 13 de junho de 2005 ( relembre). Rawan tinha 17 anos e Fadi tinha 15 anos. Os funcionários do tribunal não requisitaram nenhuma ação adicional por parte de Siham e oficialmente Rawan e Fadi receberam de volta suas identidades como cristãos. A família teve apenas que renunciar a muitos de seus direitos para poder viver em paz. Siham se manteve discreta em uma pequena cidade onde seus filhos rapidamente puderam se adaptar a uma nova escola e puderam fazer novos colegas e amigos. Mas a questão financeira ainda é um grande desafio para eles. Durante anos eles têm se mantido com uma pequena renda. Sem reclamar, Siham sempre declara: "Ele (Deus) nunca nos deixa nem nos abandona." ProvisãoDeus levantou algumas organizações cristãs britânicas para que a filha dela, Rawan, possa estudar em uma faculdade. Siham abriu uma loja de coisas para casa em parceria com um membro da igreja dela. Rawan e Fadi estão indo muito bem na escola. Siham diz que houve uma melhora clara nos estudos deles depois que o caso da custódia foi resolvido. Rawan está estudando para ser um engenheiro civil e Fadi está estudando para ser especialista em tecnologia. Nabeeh, um pastor local que atuou na batalha da custódia, e a esposa dele, Ruba, tiveram um papel importante na ajuda a essa família durante o período de crise. Agradecimento aos que oraramSiham expressou a gratidão dela: "Eu agradeço a Deus que moveu muitas das pessoas dele ao redor do globo para se levantarem por nós e orar. Eu continuo pedindo que orem por nós e especialmente pela saúde espiritual dos meus filhos.” “Eu hesito em pensar no meu futuro ou no futuro das crianças. Eu vivo o dia-a-dia. Não tenho sonhos irreais. Eu estou muito contente. Vi claramente a mão de Deus que se moveu de forma milagrosa no passado e que se mostrou para mim nessa batalha traumática. Sem dúvida, Ele nunca nos deixará nem nos abandonará.” Entenda o caso Rawan e Fadi nasceram e cresceram em uma família cristã. O pai deles morreu em novembro de 1994 enquanto servia no Exército jordaniano. Quando a mãe, Siham, foi receber os benefícios a serem transferidos para ela, oficiais lhe mostraram um certificado declarando que o marido dela havia se convertido ao islã em 1991 e que por isso os filhos dela passaram a ser muçulmanos. O marido dela nunca deu indícios de que ele ou qualquer um dos seus parentes tivesse se convertido ao islã. Ele até voltou de uma viagem ao exterior só para assistir ao batismo do filho Fadi. Isso ocorreu depois da conversão "alegada" dele. Pela lei islâmica, ela não podia contestar a veracidade do documento que automaticamente mudou a identidade dos filhos para o status de muçulmanos. E como cristã, ela também não podia gerir a pensão da família.
O início da batalha pela guarda dos filhos
Por isso ela localizou um irmão que havia se tornado muçulmano quando adolescente e lhe pediu para que servisse como o guardião legal das crianças. De 1998 a junho de 2005, Siham foi envolvida em uma disputa judicial com esse irmão que tentava ganhar a custódia das crianças para educá-los de fato como muçulmanos. A Portas Abertas organizou uma campanha de cartas de encorajamento a Siham em março de 2004, finalizada em setembro 2005. E se juntou a uma ONG chamada Preocupação com o Oriente Médio em uma campanha de sustento e apoio legal em favor de Siham, pressionando o rei jordaniano e chefe do tribunal, depois que um juiz entregou a guarda das crianças ao irmão dela. Pela graça do Senhor, após anos de provações, essa família cristã está vivendo unida e amparada por irmãos ao redor do mundo que se uniram em orações e em contribuições.
Tradução: Tsuli Narimatsu
Fonte: www.portasabertas.org.br
sábado, 7 de junho de 2008
O Presidente LULA abre a Conferencia Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e transexuais
Brasil/Lula condena preconceito contra os homossexuais
Fonte: Correio da Bahia
BRASÍLIA - Ao abrir a Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (GBLT), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou o preconceito contra os homossexuais e se solidarizou com o movimento.” Quando se trata de preconceito, eu conheço nas minhas entranhas. Talvez seja a doença mais perversa impregnada na cabeça de um ser humano”, disse Lula. Lula também defendeu o direito à livre orientação sexual das pessoas.” Ninguém pergunta a opção sexual de vocês quando vão pagar imposto de renda. Por que, então, discriminar na hora em que vocês livremente escolhem o que querem fazer com o corpo de vocês?”, completou o presidente, arrancando aplausos da platéia em vários momentos.
Ao falar que já foi vítima de preconceito, Lula citou as críticas que sofreu quando usou boné do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em um evento. Na abertura da conferência, Lula posou para fotos com boné e bandeira do movimento GLBT.” Vou colocar todos (bonés), porque somente assim vou quebrar preconceitos”, afirmou Lula, acrescentando que não é fácil para nenhum presidente da República participar de eventos “que envolvam um setor tão grande, tão heterogêneo e tão vítima de preconceito”. A tal ponto que ele foi questionado várias vezes, por assessores, se participaria ou não do evento.
Na conferência, Lula ouviu de representantes dos GLBT várias reivindicações. Entre elas, a da criação de uma secretaria que represente o movimento e o pedido de apoio ao projeto de lei que criminaliza a homofobia. O presidente afirmou que tentará atender aos pedidos, mas não deu garantias.” No que depender do apoio do Poder Executivo e dos ministros, iremos trabalhar para que o Congresso Nacional aprove o que precisa aprovar neste país”, disse Lula. O presidente completou: “Mas seremos honestos. Aquilo que não puder ser feito, a gente vai dizer: ‘Isso aqui não dá, isso aqui não passa”, disse, alertando que o movimento deve buscar a unidade.
O movimento de gays, lésbicas, bissexuais, transexuais e travestis estava unido e fez muito barulho durante a abertura da conferência. Com reivindicações como Estatuto da Igualdade Sexual, Conselho Nacional GLBT e conferências periódicas, os homossexuais receberam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ministros, parlamentares e membros da sociedade civil. A travesti Fernanda Benzenutti enfatizou que a prioridade para o movimento é a cidadania.” Nós não queremos mais ser reconhecidos como cidadãos de segunda ou terceira classe, porque na hora de votar, o nosso voto não tem sexualidade”. Fernanda lembrou ainda da violência, assinalando que um homossexual é morto no Brasil a cada três dias. (AG)
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Fonte: Correio da Bahia
BRASÍLIA - Ao abrir a Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (GBLT), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou o preconceito contra os homossexuais e se solidarizou com o movimento.” Quando se trata de preconceito, eu conheço nas minhas entranhas. Talvez seja a doença mais perversa impregnada na cabeça de um ser humano”, disse Lula. Lula também defendeu o direito à livre orientação sexual das pessoas.” Ninguém pergunta a opção sexual de vocês quando vão pagar imposto de renda. Por que, então, discriminar na hora em que vocês livremente escolhem o que querem fazer com o corpo de vocês?”, completou o presidente, arrancando aplausos da platéia em vários momentos.
Ao falar que já foi vítima de preconceito, Lula citou as críticas que sofreu quando usou boné do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em um evento. Na abertura da conferência, Lula posou para fotos com boné e bandeira do movimento GLBT.” Vou colocar todos (bonés), porque somente assim vou quebrar preconceitos”, afirmou Lula, acrescentando que não é fácil para nenhum presidente da República participar de eventos “que envolvam um setor tão grande, tão heterogêneo e tão vítima de preconceito”. A tal ponto que ele foi questionado várias vezes, por assessores, se participaria ou não do evento.
Na conferência, Lula ouviu de representantes dos GLBT várias reivindicações. Entre elas, a da criação de uma secretaria que represente o movimento e o pedido de apoio ao projeto de lei que criminaliza a homofobia. O presidente afirmou que tentará atender aos pedidos, mas não deu garantias.” No que depender do apoio do Poder Executivo e dos ministros, iremos trabalhar para que o Congresso Nacional aprove o que precisa aprovar neste país”, disse Lula. O presidente completou: “Mas seremos honestos. Aquilo que não puder ser feito, a gente vai dizer: ‘Isso aqui não dá, isso aqui não passa”, disse, alertando que o movimento deve buscar a unidade.
O movimento de gays, lésbicas, bissexuais, transexuais e travestis estava unido e fez muito barulho durante a abertura da conferência. Com reivindicações como Estatuto da Igualdade Sexual, Conselho Nacional GLBT e conferências periódicas, os homossexuais receberam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ministros, parlamentares e membros da sociedade civil. A travesti Fernanda Benzenutti enfatizou que a prioridade para o movimento é a cidadania.” Nós não queremos mais ser reconhecidos como cidadãos de segunda ou terceira classe, porque na hora de votar, o nosso voto não tem sexualidade”. Fernanda lembrou ainda da violência, assinalando que um homossexual é morto no Brasil a cada três dias. (AG)
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quinta-feira, 29 de maio de 2008
Brasil entrando na rota da perseguição à liberdade de culto. PL 122/06 pode ser aprovado rapidamente

As próximas semanas podem ser decisivas para a aprovação do PLC 122/06 nas comissões que avaliam a matéria no Senado. A forte pressão dos que defendem a criação de leis para combater a homofobia e calar as vozes discordantes deve ganhar força na mídia, principalmente por conta do forte clamor popular durante a Parada do Orgulho Gay em São Paulo, no domingo, dia 25 de maio. Por isso é importante voltar a enviar cartas, emails e dar telefonemas aos senadores. Cabe, inclusive, a pastores, advogados e lideranças evangélicas enviarem artigos a jornais e revistas a fim de fomentar o debate sobre o tema e expor o outro lado da história: a defesa de expressarmos livremente a nossa fé e de discordarmos de práticas libertinas e descritas na Bíblia, sem que isso seja considerado ofensivo. A mídia cristã também deve voltar os seus olhos ao assunto. E o povo pode aproveitar o ano eleitoral para fazer pressão entre seus candidatos a vereador e prefeito. Ainda que os vereadores e prefeitos não possam interferir diretamente no Senado, eles possuem vínculos partidários e podem fazer valer sua posição internamente, se assim desejarem.
Atenção à tramitação do projeto
Atualmente o projeto está para ser votado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). De lá, seguirá para a aprovação da Comissão de Direitos Humanos (CDH) e depois para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Pode parecer um longo trajeto, mas não é. Assim que deixar a CCJ, o PLC 122/06 irá diretamente para mãos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já disse que irá sancionar (ou seja, assinar) a lei de homofobia.
Corre à boca pequena que a transferência do projeto da CDH no início do ano para a CAS seria para ganhar tempo e fazer um acordo com senadores. Ore para que não haja nenhuma forma de cooptação dos políticos envolvidos no processo.
Votação surpresa
Faz parte da estratégia usada pelos senadores (e também por deputados e vereadores) a falta de transparência na agenda dos trabalhos legislativos – o que impede que o povo conheça com antecedência o que está para ser votado, e portanto, não consiga se mobilizar a tempo.
Desse modo, diversas leis que interferem diretamente na vida dos cidadãos são aprovadas. E foi exatamente assim que o PLC 122/06 foi aprovado em todas as comissões (colocado em pauta na última hora) e pelo plenário da Câmara dos Deputados, em uma sessão esvaziada, quando a bancada evangélica estava ausente.
Muitos deputados à época não criam na aprovação de uma lei tão absurda que fere a liberdade de pregação da Bíblia Sagrada (leia mais), entre outros pontos. Mas o projeto chegou ao Senado e está próximo de se tornar lei.
Lembre-se: nossa liberdade religiosa, de interpretação e pregação – não apenas de trechos bíblicos como também do Alcorão e da Torá – podem sofrer um “cala boca”.
Se o PLC 122/06 for aprovado como está, você poderá assistir pastores, padres, rabinos e xeiques presos. A realidade da Igreja Perseguida expressa em nossa revista e livros pode se tornar a realidade da Igreja Brasileira. Sem contar que seremos obrigados a “contrabandear” Bíblias cujo original não foi censurado!
Clique aqui para saber o endereço e o telefone dos 36 senadores e ver uma sugestão de modelo de carta.
Tsuli NarimatsuJornalista da Portas Abertas
Entenda toda a polêmica e o risco que os brasileiros estão correndo por meio do PLC 122/06 e do PL 6418/2005 aqui!
O telefone do Senado é 0800 61 22 11. A ligação é gratuita. Pressione os senadores do seu Estado e manifeste-se contra o projeto!
Fonte: http://www.portasabertas.org.br/
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Restriçoes à difusão da Palavra de Deus

"Porque a Palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada do que qualquer espada de dois gumes; ela penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e intenções do coração."Hebreus 4.12
Nos dias de hoje, grande é o desafio à difusão da Palavra de Deus, seja pela escassez de Bíblias em alguns países ou mesmo pela abundância de exemplares nas nações livres, onde o povo é desviado de seu conteúdo pela "falta de tempo".
Um caso de restrição vem do Tadjiquistão, uma ex-república soviética que ainda mantém os resquícios do controle comunista. Recentemente a comunidade batista no país teve impedida a importação de Bíblias no idioma local (leia mais).
Um caso de restrição vem do Tadjiquistão, uma ex-república soviética que ainda mantém os resquícios do controle comunista. Recentemente a comunidade batista no país teve impedida a importação de Bíblias no idioma local (leia mais).
Na Coréia do Norte, a maioria dos jovens nunca ouviu falar a palavra "Deus" ou "Jesus Cristo" e nem sabe o que é uma Bíblia. Lá os cristãos são perseguidos desde 1945 e o governo tem como meta exterminar todo e qualquer vestígio de cristianismo no país (leia mais).
Mas é dos países livres, de maioria cristã, que vem uma desoladora constatação: o povo sabe o que é a Bíblia, sente-se protegido por Deus, mas não conhece o conteúdo das Escrituras. Moisés é do Velho ou do Novo Testamento? Jesus escreveu livros da Bíblia? A maioria dos 13 mil católicos, protestantes e ortodoxos ouvidos em uma pesquisa não soube responder (leia mais).
O conhecimento das Escrituras é o primeiro passo para uma caminhada verdadeira com Cristo. Para não se enganar com aqueles que dizem ser cristãos, aparentam ser, mas na prática não o são, a Palavra de Deus nos dá uma receita: a boa árvore se conhece pelos frutos.
Medite nas palavras do Senhor,
Tsuli NarimatsuJornalista
PS: Visite a página especial sobre a perseguição religiosa em pleno século 21. Basta clicar aqui.
fonte: www.portasabertas.org.br
Medite nas palavras do Senhor,
Tsuli NarimatsuJornalista
PS: Visite a página especial sobre a perseguição religiosa em pleno século 21. Basta clicar aqui.
fonte: www.portasabertas.org.br
terça-feira, 29 de abril de 2008
Enterro de ex-muçulmano transforma-se em ato de fé
Saiba mais sobre a Igreja Perseguida em Bangladesh
BANGLADESH (48º) - Membros de uma seita de Bangladesh tentaram intimidar parentes e amigos de Aminur Rahman, um ex- muçulmano de 60 anos que morreu de causas naturais, a ser enterrado de acordo com as tradições islâmicas. Aminur Rahman se converteu ao cristianismo e há três anos vinha implantando igrejas ligadas à Igreja Presbiteriana de Bangladesh (PCB). Ele já estava sofrendo de um coração fraco e pressão alta. Era conhecido por sua dedicação e entusiasmo no ministério apesar da condição fraca de saúde. Um grupo formado por cinco membros da Igreja Presbiteriana de Bangladesh tentou visitar a família dele na manhã de 3 de março. No entanto, no caminho para a aldeia de Madargonj, no distrito de Melandaha, recebeu ameaças por telefone de alguns membros da seita. "Eles disseram que nós todos morreríamos antes do corpo de Aminur ser enterrado", de acordo com o relato de uma das pessoas feito a um integrante da Portas Abertas. A família dele foi ameaçada de expulsão da aldeia e recebeu ameaças de que a casa seria queimada a menos que o enterro de Aminur fosse realizado de acordo com as tradições islâmicas.
Multidão exige enterro islâmico
Uma multidão com cerca de 10 mil pessoas já havia se juntado antes que o grupo da igreja chegasse à casa de Aminur. O líder do grupo e um pastor de outro distrito se juntaram em oração. Cerca de 60 motocicletas foram estacionadas ao lado da casa de Aminur. De dentro do lar da família cristã ouviam-se gritos e mais gritos. Apesar da oposição dos membros da seita para que Liton, o filho de Aminur, enterrasse o pai como um muçulmano, o rapaz insistia que o pai seria enterrado como cristão. Uma sepultura foi cavada em um canto do lote. Os cristãos começaram a orar e cantar. Vendo a situação, os muçulmanos locais foram simplesmente ficando quietos. Uma parte partiu, outra acompanhou a cerimônia em silêncio e nesse momento os que ficaram tiveram a oportunidade de aprender sobre o ministério cristão de Aminur.
Intervenção divina.
Milagrosamente, considerando que o grupo da igreja havia recebido ameaças antes da visita, nada negativo aconteceu. Muito pelo contrário. A equipe orou e pregou a palavra de Deus durante todo o ritual do enterro. "Estou encantado com o modo como Deus me usou para orar e falar do evangelho na frente de uma multidão enorme e inicialmente raivosa. Não tive nenhum medo por causa de Deus e das orações dos irmãos. Minha esposa estava ao lado de mim e me fortaleceu", contou o líder do grupo, emocionado. "Antes de deixar minha casa, orei para que Deus nos protegesse e para que nada acontecesse a qualquer um de nós. E Ele respondeu a nossa oração. Eu vi como Deus proveu meu marido com as palavras sábias no momento certo", contou a esposa do líder do grupo. A morte de Aminur incentivou mais cristãos em Madargonj. "Os crentes ficaram mais visíveis. Eles apoiaram a família fortemente (que decidiu pelo enterro cristão a despeito das conseqüências). Uma pessoa presente disse que quando morrer, também deseja ser enterrado como um cristão", contou o líder. Aminur não tinha medo de expor sua fé. Em 2007, batizou 30 ex-muçulmanos. Ele morreu às 10h30 do dia 2 de março, deixando a esposa dois filhos e uma filha. A Igreja Presbiteriana de Bangladesh pede nossas orações pelo fortalecimento da igreja em Madargonj agora que o pastor deles, Aminur Rahman, foi para junto do Senhor. Tradução: Tsuli Narimatsu
Missão Portas Abertas
O número ao lado do país indica a sua posição na classificação de países por perseguição
Outras notícias sobre
Bangladesh (48º)
8/4/2008 - Dono de imóvel é pressionado a não vender terreno para igreja
25/3/2008 - Grupo de cristãos indianos padece em prisão de Bangladesh
18/2/2008 - "Estou pronto para ser um cristão", diz Abul Kalam
6/2/2008 - Morre a senhora de 70 anos atacada por extremistas
29/1/2008 - Extremistas tentam evitar batismo de senhora de 70 anos
Outros locais
29/4/2008 - Jovens da Coréia do Norte não sabem quem é Deus ou Jesus
29/4/2008 - Zhou Heng sai da prisão por "falta de evidências"
28/4/2008 - Cristão deixa a Jordânia após ser acusado por apostasia
28/4/2008 - Portas Abertas visita vítimas de Nensebo Chebi
28/4/2008 - Governo brasileiro estuda restringir missões cristãs na Amazônia
fonte: http://www.portasabertas.org.br/
BANGLADESH (48º) - Membros de uma seita de Bangladesh tentaram intimidar parentes e amigos de Aminur Rahman, um ex- muçulmano de 60 anos que morreu de causas naturais, a ser enterrado de acordo com as tradições islâmicas. Aminur Rahman se converteu ao cristianismo e há três anos vinha implantando igrejas ligadas à Igreja Presbiteriana de Bangladesh (PCB). Ele já estava sofrendo de um coração fraco e pressão alta. Era conhecido por sua dedicação e entusiasmo no ministério apesar da condição fraca de saúde. Um grupo formado por cinco membros da Igreja Presbiteriana de Bangladesh tentou visitar a família dele na manhã de 3 de março. No entanto, no caminho para a aldeia de Madargonj, no distrito de Melandaha, recebeu ameaças por telefone de alguns membros da seita. "Eles disseram que nós todos morreríamos antes do corpo de Aminur ser enterrado", de acordo com o relato de uma das pessoas feito a um integrante da Portas Abertas. A família dele foi ameaçada de expulsão da aldeia e recebeu ameaças de que a casa seria queimada a menos que o enterro de Aminur fosse realizado de acordo com as tradições islâmicas.
Multidão exige enterro islâmico
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Intervenção divina.
Milagrosamente, considerando que o grupo da igreja havia recebido ameaças antes da visita, nada negativo aconteceu. Muito pelo contrário. A equipe orou e pregou a palavra de Deus durante todo o ritual do enterro. "Estou encantado com o modo como Deus me usou para orar e falar do evangelho na frente de uma multidão enorme e inicialmente raivosa. Não tive nenhum medo por causa de Deus e das orações dos irmãos. Minha esposa estava ao lado de mim e me fortaleceu", contou o líder do grupo, emocionado. "Antes de deixar minha casa, orei para que Deus nos protegesse e para que nada acontecesse a qualquer um de nós. E Ele respondeu a nossa oração. Eu vi como Deus proveu meu marido com as palavras sábias no momento certo", contou a esposa do líder do grupo. A morte de Aminur incentivou mais cristãos em Madargonj. "Os crentes ficaram mais visíveis. Eles apoiaram a família fortemente (que decidiu pelo enterro cristão a despeito das conseqüências). Uma pessoa presente disse que quando morrer, também deseja ser enterrado como um cristão", contou o líder. Aminur não tinha medo de expor sua fé. Em 2007, batizou 30 ex-muçulmanos. Ele morreu às 10h30 do dia 2 de março, deixando a esposa dois filhos e uma filha. A Igreja Presbiteriana de Bangladesh pede nossas orações pelo fortalecimento da igreja em Madargonj agora que o pastor deles, Aminur Rahman, foi para junto do Senhor. Tradução: Tsuli Narimatsu
Missão Portas Abertas
O número ao lado do país indica a sua posição na classificação de países por perseguição
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Bangladesh (48º)
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28/4/2008 - Portas Abertas visita vítimas de Nensebo Chebi
28/4/2008 - Governo brasileiro estuda restringir missões cristãs na Amazônia
fonte: http://www.portasabertas.org.br/
quarta-feira, 12 de março de 2008
Classificação de países por perseguição aos Cristãos
Veja como é formada
O que é a Classificação de países por perseguição
É uma lista de países segundo o grau de intolerância para com os cristãos. Ela é muito útil para manter você sempre alerta em relação aos países mais fechados ao Evangelho e acompanhar aqueles em que a perseguição está se tornando mais intensa.
O contato direto com as igrejas locais no mundo todo é nossa fonte mais importante de informações. Com essa rede internacional de informantes, publicamos uma atualização da lista periodicamente. O procedimento é executado desde 1993. Desde janeiro de 2003 é atualizada uma vez ao ano.
O motivo para criar a Classificação
A Portas Abertas precisava de algum tipo de padrão para comparar a situação da Igreja em vários países. Por exemplo, como você pode comparar China com Arábia Saudita? Claro que esse padrão tem de ser o mais objetivo possível. Essa Classificação tornou possível distingüir entre situações e delinear prioridades para o trabalho ministerial. Esse é o valor fundamental do levantamento: uma forma de determinar onde a necessidade é mais urgente.
Há 50 países, de um total de 217, em que ocorre perseguição contra cristãos. O critério de seleção é o resultado de um questionário específico desenvolvido com perguntas padronizadas sobre: . a situação legal dos cristãos no país, . a atitude do regime político em relação à comunidade cristã, . a liberdade da Igreja para organizar eventos, . o papel da Igreja na sociedade, . o tratamento de cristãos considerados individualmente e . outros fatores limitadores da vida de igrejas e cristãos.
As respostas a essas questões oferecem um bom vislumbre sobre a falta de liberdade de opção religiosa e prática da fé.
Há 49 questões desse tipo para serem respondidas. São perguntas de múltipla escolha e a cada resposta é atribuída uma avaliação em pontos. Quanto mais pontos um país recebe como 'nota', pior a situação. Dessa forma, Portas Abertas resolveu o problema de comparar países entre si e montou uma lista com maior objetividade.
Fonte das informações
. As igrejas locais nos países onde há perseguição são nossa fonte mais importante de informações. . Nossas Bases de Programa informam sobre os países em que trabalham. . Especialistas em várias áreas de conhecimento nesses países. . Viajantes retornando do lugar são convidados a colaborar com suas impressões sobre a situação atual do país.. Equipes de Portas Abertas levam o questionário em suas viagens e pedem a diversos contatos que o preencham.
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